Fórum PNEFA Rio de Janeiro destaca as iniciativas do estado e do país rumo ao status de país livre da febre aftosa

Fórum PNEFA Rio de Janeiro destaca as iniciativas do estado e do país rumo ao status de país livre da febre aftosa

 

Paulo Henrique Moraes, Ludimila Gaspar, Fransciso de Sales Manzi, Rodolfo Tavares e Maurício Salles

Desenvolver e manter condições sustentáveis para assegurar o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres sem vacinação, protegendo, assim, o valioso patrimônio pecuário nacional, foi um dos principais enfoques do VII Fórum do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA) realizado no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (22), na sede do Sistema FAERJ/SENAR Rio.

O evento, realizado presencialmente, foi uma realização da Equipe Gestora Estadual do PNEFA e do Fundo de Defesa Sanitária Animal do Estado do Rio de Janeiro (Fundesa). No entanto, todas as apresentações foram gravadas e serão disponibilizadas na plataforma EaD do SENAR (www.ead.senar-rio.com.br) a partir da próxima terça-feira (28/11). Essa iniciativa visa atender àqueles que não puderam comparecer ou querem rever.

Parte integrante da Campanha de Vacinação de Aftosa, que prossegue até o dia 30 de novembro, o evento contou com a participação de especialistas renomados no assunto. As palestras ofereceram diversas perspectivas e experiências e enriqueceram o conhecimento dos participantes sobre o tema em discussão.

A abertura do evento foi conduzida pelo presidente do Sistema FAERJ/SENAR Rio, Rodolfo Tavares, que destacou a necessidade de cooperação, medidas preventivas e políticas eficientes para assegurar que o gado na região e, por extensão, no país, permaneça livre dessa doença altamente contagiosa.

Ludimila Gaspar, chefe do Serviço de Fiscalização de Insumos e Saúde Animal – do Ministério da Agricultura e Pecuária – SFA-RJ, abordou o Plano Estratégico 2017-2026 (PE-PNEFA), abriu o ciclo de palestras. Ela ressaltou a importância das políticas de saúde animal e segurança alimentar no país. A especialista detalhou metas e estratégias, proporcionando uma visão abrangente das ações necessárias para alcançar o status de livre da febre aftosa sem vacinação da febre aftosa até 2026, por meio de um cronograma para transição de status sanitário.

Márcio Alex Petró, fiscal estadual agropecuário da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia, compartilhou a experiência bem sucedida do estado, que alcançou o status de livre de febre aftosa sem vacinação desde 2021. Ele destacou as estratégias implementadas, os desafios superados e os benefícios econômicos dessa conquista para a região, oferecendo insights valiosos sobre como outros estados podem seguir o exemplo de Rondônia na busca pelo status de livre da febre aftosa sem vacinação

Franscisco de Sales Manzi, médico veterinário e diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), representante do Bloco IV do PNEFA, discutiu o Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa sob a ótica da iniciativa privada. Ele abordou como empresas e setores privados estão contribuindo ativamente para a implementação das diretrizes do plano, destacando a importância da parceria entre governo e setor privado. Franscisco abordou os benefícios mútuos dessa colaboração e como ela está impulsionando a eficácia das ações contra a febre aftosa.

Paulo Henrique Moraes compartilhou as estratégias específicas adotadas no Estado do Rio de Janeiro para a implementação do Plano Estratégico do PNEFA. Ele abordou os desafios locais, as adaptações necessárias e os resultados alcançados até o momento, proporcionando uma visão aprofundada de como as diretrizes nacionais são adaptadas e implementadas em diferentes contextos estaduais.

Encerrando o ciclo de palestras, Maurício Salles, presidente do Fundesa/RJ e vice-presidente da FAERJ, trouxe uma perspectiva prática ao discutir o funcionamento do fundo indenizatório criado por pecuaristas para pecuaristas do estado e, dedicado a proteger a saúde e a produtividade do nosso setor pecuário, em caso de abate sanitário de animais acometidos das chamadas doenças de notificação obrigatória, como a Febre Aftosa. Maurício também destacou a importância da participação da sociedade civil e do setor privado no financiamento e execução de ações estratégicas.

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